domingo, 5 de agosto de 2012

Regulamento 2012



Aos atletas e torcedores do maior evento esportivo de todos os tempos da Igreja Batista Selecta, segue o regulamento do GOSPEL-GOL 2012 que começa no dia 16 de setembro.

Atentem para as mudanças em relação ao torneio anterior!!



GOSPEL-GOL 2012



CAMPEONATO DE FUTSAL – REGULAMENTO

I – Do Objetivo:

Art. 1º - Possibilitar o exercício do direito social básico que é o lazer e promover a prática esportiva na igreja e com os demais convidados, visando o companheirismo, o divertimento, o entrosamento entre os participantes e o evangelismo na comunidade; tendo como objetivo o bom testemunho e a lealdade dos participantes.


II – Da Organização:

Art. 2º - Compete à equipe organizadora, designar dias, locais e horários dos jogos.

Art. 3º - Os jogos serão regidos pelos códigos e regulamentos da modalidade no país, com adaptações às características do evento.

Art. 4º - Os comunicados da comissão organizadora do torneio serão feitos através do blog, do grupo no facebook e através do contato direto com os capitães de cada equipe.


III – Da Categoria:

Art. 5º - O Gospel-Gol 2012 será disputado em uma única categoria: Masculino, sendo o jogo feminino apenas uma partida celebrativa.


IV – Das Inscrições:

Art. 6º - As inscrições dos participantes deverão ser feitas através do preenchimento de uma ficha cadastral, entrega de uma foto 3x4 e o pagamento de R$ 20,00 para um dos representantes da comissão organizadora do evento (Fernando Frezza, Léo Frezza, Leandro Mendes, Ricardo Diniz).

Art. 7º - Cada equipe contará com 07 (sete) atletas para participar da competição.

§ Único – No caso de haver maior procura, a comissão organizadora do Gospel-Gol, poderão pode estender o limite de jogadores a até  8 (oito) por equipe.

Art. 8º - Cada equipe será formada por sorteio, sendo aleatória a escolha dos jogadores de cada equipe, não podendo haver trocas entre os participantes das equipes durante o torneio.

§ Único – Havendo extrema necessidade, por motivo justificável a critério da comissão organizadora do Gospel-Gol, poderão ocorrer mudanças entre os atletas das equipes, entretanto as decisões serão tomadas exclusivamente pelos membros da comissão.

Art. 9º - Inicialmente, os jogadores escolhidos como “cabeças-de-chave” para a realização do sorteio serão os representantes de cada equipe. Posteriormente, desde que antes de seu 1º jogo, a equipe nomeará o capitão da equipe, podendo escolher outro atleta que não o sugerido pela comissão, e este será o representante da equipe em quaisquer eventualidades ocorridas durante o campeonato.

§ Único – Os jogadores que se submeteram a participar do campeonato têm total consciência de que as normas e regras deste regulamento devem ser cumpridas e respeitadas, assim como as decisões tomadas pela comissão organizadora deste evento.

Art. 10º - Cada atleta deverá estar em boas condições físicas, isentando os organizadores e colaboradores de quaisquer responsabilidades. A organização reserva-se o direito também de fotografar, filmar ou gravar qualquer jogador durante o evento, fazendo uso destas imagens e/ou gravações nas suas divulgações.


V – Do Sistema de Disputa:

Art. 11º - Todas as equipes jogarão entre si, em turno único, e se classificarão para a 2ª fase da competição as 4 (quatro) melhores colocadas. Observados os critérios de desempate, essas equipes jogarão as semifinais. As equipes que se classificarem nas semifinais se enfrentarão na final. No caso de empate na final o título será decidido na disputa de pênaltis.

§ Único – Havendo empates nos jogos das semifinais, classificar-se-á a equipe que tiver realizado melhor campanha na 1ª fase (fase classificatória), desde que, a equipe adversária tenha sido mais indisciplinada. Caso a equipe adversária tenha sido mais disciplinada, anular-se-á esta vantagem, e será realizada a disputa de pênaltis.

Art. 12º - Os jogos serão realizados no domingo a partir das 13:00 horas, na quadra da EE Luís dos Santos, Metalúrgico.

§ Único - Na rodada inicial, é obrigatória a presença de todas as equipes no local para abertura do torneio às 13:00 horas.

Art. 13º - Será eliminada do campeonato a equipe que se recusar, sob qualquer pretexto, a continuar a disputa de uma partida.

Art. 14º - Critérios de desempate a serem utilizados nas classificações:
  1. Número de vitórias;
  2. Saldo de gols;
  3. Gols-pró;
  4. Confronto direto;
  5. Menor número de cartões vermelhos;
  6. Menor número de cartões amarelos;
  7. Menor número de faltas;
  8. Sorteio.

VI – Dos Uniformes:

Art.15ºNo início do torneio a comissão organizadora do torneio cederá a cada equipe um conjunto com 7 camisetas numeradas (contando a do goleiro), 6 shorts e 6 pares de meiões.
§ Único – Durante o torneio os jogadores deverão adotar a numeração fixa, que será escolhida na reunião pré-Gospel-Gol.
Art.16º - Cada equipe é responsável por lavar o jogo de uniforme completo e apresentá-los na rodada seguinte, mesmo que um ou mais jogadores estejam ausentes.


VII – Das Partidas:

Art.17º - As equipes deverão se apresentar na quadra, devidamente equipadas com os uniformes cedidos pela comissão organizadora do campeonato, sendo que:

A.  Se no início de uma partida uma ou mais das camisetas esteja(m) faltando, a equipe não poderá jogar, a não ser que pague no ato uma taxa de R$ 75,00 para cada camiseta “perdida”. Se na rodada seguinte a camiseta ainda não tenha sido devolvida, a comissão organizadora do torneio utilizará a taxa para confeccionar uma nova camiseta para as próximas edições, mas se a camiseta for devolvida, a taxa cobrada será devolvida à equipe.
§ Único – O  jogador cuja camiseta foi perdida somente poderá jogar novamente no caso da camiseta ser encontrada ou após a confecção de uma nova.
B. O(s) jogador(es) que no início de uma partida não estiverem munidos dos shorts e/ou meiões cedidos pela comissão organizadora do Gospel-Gol não poderá(ao) jogar.


Art. 18º - A partida será interrompida imediatamente em caso de agressão aos árbitros, mesários ou representantes da comissão organizadora do campeonato. A equipe agressora terá seus gols na partida anulados e o placar final será computado somente com os gols da outra equipe. No caso do placar ser 0x0 antes do ocorrido, será computado o placar de 1x0 contra a equipe agressora, sendo que para efeito de artilharia caberá à equipe escolher o autor.  O(s) agressor(es) será(ão) julgado(s) e possivelmente eliminado(s) do campeonato.
§ Único – Caso a comissão julgue necessário, a equipe poderá ser eliminada do campeonato.
Art. 19º - A equipe que não se apresentar no local do jogo depois de esgotados os 15 (quinze) minutos de tolerância, em relação ao horário marcado, com no mínimo 4 (quatro) atletas (um dos quais obrigatoriamente será o goleiro), será considerada ausente (W.O.). É vedado o início de uma partida nessas condições, tampouco será permitido seu prosseguimento se uma das equipes, ou ambas, ficar(em) reduzida(s) a menos de 3 (três) atletas.
§ Único – Se uma das equipes não contar com ao menos 4 (quatro) atletas até o término do período de tolerância para o início do jogo, a vitória pelo placar de 1 x 0 será concedida à equipe adversária, que deverá efetuar um chute à meta vazia para consumar o resultado. Porém, se ambas as equipes não estiverem com o número mínimo de jogadores necessário, o placar registrado será de 0 x 0, todavia será registrado como derrota para ambas.
Art. 20º - Nos jogos semifinais, caso ambas as equipes de uma partida estejam ausentes (conforme explicado no artigo anterior), serão ambas eliminadas e a outra partida da semifinal definirá automaticamente o campeão e o vice-campeão do torneio.

§ Único – No caso das 4 (quatro) equipes serem eliminadas por W.O., o torneio será encerrado sem a realização da premiação coletiva.

Art. 21º - As partidas terão duração de 2 (dois) períodos de 20 (vinte) minutos cada, com intervalo de 5 (cinco) minutos entre cada período.

Art. 22º - Cada equipe terá direito de 01 (um) tempo técnico por tempo de partida, com duração de 01 (um) minuto, respeitando-se os seguintes princípios:

A. Os jogadores ou técnicos das equipes deverão solicitar o tempo ao cronometrista, sendo que na ausência deste, devem solicitar a um dos árbitros.

B. Os pedidos de tempo somente serão concedidos quando a bola estiver fora de jogo e for de posse da equipe pedinte.

C. Se uma equipe não solicitar o tempo técnico no primeiro período da partida, não poderá acumulá-lo para utilizar no segundo período.

§ Único - Cabe à comissão organizadora analisar e definir se há condições ideais de jogo referente à quadra onde serão realizadas as partidas do campeonato.

VIII – Da Premiação:

Art. 23º - Haverá premiação para:
·      A equipe campeã (Troféu e medalhas de ouro)
·      A 2ª melhor equipe (Medalhas de prata)
·      O melhor jogador do campeonato (Bíblia + Medalha)
·      O melhor goleiro do campeonato (Bíblia + Medalha)
·      O artilheiro do campeonato (Medalha)
·      O goleiro menos vazado (Medalha)
·      O autor do gol mais bonito do campeonato (Medalha)

Art. 24º - A premiação de equipes será realizada após o término da final.
§ Único – Somente receberão as medalhas os jogadores que estiverem presentes ou tiverem justificado a ausência com antecedência.

Art. 25º - O troféu da equipe campeã será entregue ao capitão, cabendo a ele decidir quem ficará com a posse do mesmo.

Art. 26º - A premiação individual será realizada após o término dos jogos comemorativos.


IX – Da Arbitragem:

Art. 27º - A arbitragem dos jogos será pré-selecionada pela comissão organizadora do campeonato, formando uma equipe de arbitragem que fará revezamento durante as partidas.

Art. 28º - Serão utilizados na competição, dois tipos (cores) de cartões:

· Amarelo: advertência ao jogador. se o mesmo jogador receber o cartão amarelo duas vezes na mesma partida, receberá automaticamente o cartão vermelho. Caso receba 2 (dois) cartões amarelos em jogos distintos, o jogador cumprirá 1 (um) jogo de suspensão, sendo este o jogo seguinte de sua equipe no torneio.
Caso Receba um cartão amarelo no último jogo de sua equipe e completando-se 2 cartões recebidos durante o torneio, o jogador não precisará cumprir suspensão no ano seguinte.

·   Vermelho: expulsão do jogador. o jogador não poderá mais retornar ao jogo em que recebeu o cartão e cumprirá suspensão na partida seguinte de sua equipe do torneio.
Caso receba um cartão vermelho no último jogo de sua equipe no torneio, o jogador deverá cumprir suspensão no 1º jogo na edição seguinte do torneio, independente da equipe que defender.

§ Único - Cada partida de suspensão poderá ser cancelada mediante a entrega de 10 kg de alimentos não perecíveis, por parte do jogador punido ou da equipe. Entretanto, os cartões ainda serão computados para a equipe, funcionando como critério de desempate.

Art. 29º - Cada equipe poderá cometer no máximo cinco faltas coletivas por tempo de partida. A partir da 6ª falta da equipe, esta será penalizada com o tiro livre direto (falta  cobrada da linha de tiro livre direto) para cada falta cometida.

Art. 30º - Cada jogador poderá cometer no máximo 4 faltas por partida. Caso o mesmo cometa a 5ª falta individual, terá que ser substituído imediatamente por outro jogador, não podendo retornar à partida.

Art. 31º - O atleta expulso pelo árbitro antes ou durante a partida poderá ser substituído após 2 minutos ou imediatamente após um gol para qualquer uma das equipes.

Art. 32º - A um dos atletas, de cada equipe, será atribuída a função de "capitão" cabendo-lhe fornecer ao(s) mesário(s), antes do início da partida, os nomes dos atletas de sua equipe e os integrantes da comissão técnica (caso haja). O capitão torna-se o responsável por apresentar ao membro da Comissão responsável todas as camisetas de sua equipe antes do início de cada partida e recolhê-las ao término destas.

Art. 33º - É vedado ao atleta o uso de qualquer objeto reputado pelo árbitro como perigoso ou nocivo à prática do desporto. O árbitro exigirá a remoção de qualquer objeto que, a seu critério, possa molestar ou causar dano ao adversário. Caso não seja obedecido em sua determinação, ordenará a expulsão do mesmo.

Art. 34º - Será permitido um número indeterminado de substituições "volantes", a qualquer tempo do jogo, sem necessidade de paralisação do cronômetro. Um atleta que tenha sido substituído poderá voltar à partida em substituição a outro, bastando comunicar ao mesário.

Art. 35º - A substituição volante realiza-se quando a bola estiver em jogo, subordinando-se às seguintes condições:
O atleta que sai da quadra de jogo e aquele que entra, deverão fazê-lo pela linha lateral na direção onde está traçada a linha central da quadra. O atleta que entra deve aguardar o atleta substituído transpor completamente a linha lateral.

Art. 36º - Punições relacionadas aos artigos 28º, 34º e 35º:

Se em uma substituição volante o atleta substituto entra na quadra de jogo antes que o atleta substituído saia, um dos árbitros paralisará a partida e determinará a saída do atleta substituído e, após advertir o colega substituto, reiniciará o jogo com tiro livre indireto no local onde se encontrava a bola quando da interrupção.

Se em uma substituição volante um substituto entra na quadra de jogo ou um substituído saia da quadra por um lugar diferente da zona de substituição, a partida será interrompida por um dos árbitros, que advertirá o atleta infrator e reiniciará a partida com tiro livre indireto contra a equipe do atleta infrator. Será co­brada a falta no local onde se encontrava a bola no momento da interrupção da partida.

Art. 37º - A troca de posição entre o goleiro e quaisquer demais atletas participantes da partida poderá ser feita, devendo, entretanto, ser previamente autorizada por um dos árbitros e no momento em que o jogo esteja paralisado.
§ Único - O atleta que não cumprir ao artigo 37º será advertido com cartão amarelo logo após a bola estar fora de jogo.
Art. 38º - Cada jogador inscrito deve jogar uma média de pelo menos 7 minutos nos jogos de sua equipe, a não ser que decida por conta própria não atuar durante a totalidade desse tempo.
§ Único - No caso da equipe não permitir que um atleta jogue durante esse tempo médio mínimo em suas partidas, contrariamente à vontade do mesmo, esse atleta poderá entrar em contato com a comissão organizadora do torneio solicitando que na próxima partida esse tempo seja fiscalizado. Se a equipe persistir em infringir essa regra, caberá à Comissão Organizadora definir e aplicar a punição adequada.
Art. 39º - Qualquer atleta que gerar confusão com o adversário ou com sua própria equipe, será advertido com o cartão amarelo ou vermelho; se prosseguir a agressividade do atleta, ele poderá ser expulso do campeonato.
§ Único – Cabe a comissão organizadora do campeonato, analisar quaisquer tipos de confusão e/ou tumulto ocorridos no campeonato, julgando e punindo tais casos.
Art. 40º - No tiro de meta o goleiro poderá arremessar a bola diretamente à quadra adversária ou jogar a bola para algum companheiro que estiver fora da área, sempre com as mãos. Caso o goleiro saia jogando com um companheiro dentro da sua própria área, terá que refazer a cobrança.

Art. 41º - Após o Tiro de Meta ou uma bola defendida, o goleiro não poderá receber com a mão uma bola recuada por algum de seus companheiros, e somente poderá jogar com os pés quando a bola já tiver saído e retornado à quadra.

Art. 42º - Não será válido o gol consignado diretamente de bola de saída ou de reinicio de partida após um gol marcado. É necessário que haja um toque inicial antes da conclusão em gol. A saída de bola somente poderá ser efetuada após a autorização do árbitro, ao apitar.

Art. 43º - Não será permitido à equipe o reinicio de partida após um gol sofrido enquanto todos os jogadores da equipe adversária não estiverem em seu campo de defesa.

Art. 44º - Quando do sinal do encerramento da partida, se a bola estiver na trajetória da meta e penetrar a mesma sem tocar em qualquer outro atleta, o gol será válido.

Art. 45º - Não será válido o gol resultante de tiro livre indireto, a menos que a bola, em sua trajetória, toque ou seja tocada por qualquer outro atleta, inclusive o goleiro, colocados dentro ou fora de sua área de meta.

Art. 46º - Será nulo o gol originado de qualquer arremesso executado com as mãos pelo goleiro adversário, salvo se a bola, em sua trajetória, tocar ou for tocada por algum atleta (atacante ou defensor) que não seja goleiro.

Art. 47º - Condições para marcação de penalidades:

- Se o goleiro tocar ou controlar a bola com suas mãos depois que um companheiro de equipe a tenha passado deliberadamente com o pé ou depois de um arremesso lateral.

- Se o goleiro tocar ou controlar a bola com suas mãos ou com os pés por mais de 5 (cinco) segundos, em qualquer parte da quadra de jogo.

- Se o goleiro, após haver soltado a bola ou arremessado-a com as mãos ou movimentado a mesma com os pés, volta a recebê-la de um companheiro de equipe sem que a bola tenha antes ultrapassado a linha demarcatória do meio da quadra ou tenha sido jogada ou tocada por um adversário.

- Se o atleta levantar os pés para chutar para trás (bicicleta) ou chutar com o calcanhar e, mesmo sem intenção, atingir o adversário próximo à jogada, tentar atingi-lo perigosamente ou havendo a possibilidade de atingi-lo.

Art. 48º - Se um atleta, que não seja o goleiro, fizer o uso intencional da mão para tocar a bola, deverá ser expulso da quadra por jogo brusco grave.

Art. 49º - Se o atleta que executar a cobrança de um tiro livre, volta a tocar na bola antes que outro atleta o faça, será concedido um tiro livre indireto em favor da equipe adversária no local onde ocorreu a infração.

Art. 50º - Situações referentes a arremessos laterais:

- Se um atleta arremessar a bola contra a sua própria meta e a bola penetrar na mesma, tocando ou não no goleiro, o gol não será válido.

- Se um atleta arremessar a bola contra a meta adversária e a bola penetrar na mesma, tocando ou não no goleiro, o tento não será válido.

- Quando da cobrança de arremesso de lateral, os atletas adversários deverão respeitar a distância mínima de 3 (três) metros de seu executor.

Art. 51º - Situação referente a cobranças de escanteios:

Quando da cobrança de arremesso de canto, os atletas adversários deverão respeitar a distância mínima de 3 (três) metros de seu executor.


X – Do Recurso:

Art. 52º - Em relação ao recurso, a equipe que se sentir prejudicada em quaisquer circunstâncias de jogo, arbitragem e atitudes antidesportivas, deverão entrar com requerimento de análise da situação junto à Comissão Organizadora do Gospel-Gol.

Art. 53º - O recurso deverá ser redigido pelo responsável da equipe, contendo a descrição do acontecido, o pensamento da equipe em relação ao fato e a sugestão do que fazer sobre o ocorrido. O responsável da equipe deve assinar o documento e entregá-lo a um dos membros da Comissão Organizadora do evento até as 23H59 do dia seguinte ao ocorrido.

Art. 54º - Cabe à Comissão Organizadora do evento analisar, deferir ou indeferir sobre o recurso apresentado pela equipe.

Art. 55º – A equipe da Comissão Organizadora do Gospel-Gol, reserva-se no direito de utilizar os componentes de mídia para auxílio na análise dos recursos.
§ Único - As decisões finais de quaisquer eventualidades ocorridas no evento são de total responsabilidade da Comissão Organizadora e deverão ser respeitadas e acatadas por todos os participantes do evento.